Detetive RPG BR
Seja Bem-Vindo !!!

Aqui se reúnem as maiores mentes criminosas e os detetives mais perspicazes em um luta entre justiça e interesse. Venha e participe das aventuras que lhe aguardam em Londres. Inscreva-se e inicie essa jornada.

Aviso: Nosso site esta passando por uma renovação, estaremos parados nesse meio tempo, caso tenha se interessado se cadastre que entraremos em contato avisando da estreia.

Administração Detetive RPG



 
PortalPortal  InícioInício  FAQFAQ  BuscarBuscar  MembrosMembros  GruposGrupos  Registrar-seRegistrar-se  Conectar-seConectar-se  

Compartilhe | 
 

 Apresentação - John Heiselmann

Ver o tópico anterior Ver o tópico seguinte Ir em baixo 
AutorMensagem
John C. K. Heiselmann
Mercenário
Mercenário
avatar

Mensagens : 152
Data de inscrição : 21/05/2012
Idade : 31

Ficha de Personagem
Level: 999
HP:
999/999  (999/999)
Experiência:
999/999  (999/999)

MensagemAssunto: Apresentação - John Heiselmann   Ter Jul 04, 2017 5:23 pm


Serious?
The sniper is back.

 
 


Nome: John C. K. Heiselmann
 
Idade: 29 anos
 
Personalidade: Paciente, extremamente calmo. Frio e dificilmente se estressa. Pensa diversas vezes antes de fazer qualquer ação e planeja suas consequências com antecedência. No mais, aparenta ser uma pessoa simples e invisível para o resto da sociedade. Entretanto, diante de uma situação de perigo onde precisa agir rápido para proteger alguém, comumente se entrega ao instinto e esquece de toda e qualquer consequência.
 
Nacionalidade: Alemã
 
Orientação sexual: Heterossexual
 
Aparência Física: Alto, medindo seus 1,86 centímetros. Cabelos negros, levemente ondulados e que vão até seu pescoço/ombros. Cultivou uma barba, mas que mantém sempre aparada e cuidada. É forte e resistente, mas não tem músculos tão destacados. Normalmente está vestindo calças jeans básicas com tênis de cor escura, ou sapatos. Usa com frequência um sobretudo preto sobre uma camiseta ou algum casaco.  
 
Historia: 
 
Fazer 12 anos não foi fácil para John Heiselmann. Não por estar na puberdade, ou numa escola terrivelmente tediosa e não pela falta de amigos. Não foi fácil em razão de sua família. Era filho de um homem chamado Franz Heiselmann. Contudo, se recusava a chamar aquele indivíduo de pai. Franz, dono de uma fábrica de tecidos, regia a família com uma esposa dona de casa e um filho adolescente. Entretanto, como é comum, entre quatro paredes as coisas se tornavam mais obscuras. Franz havia tido por hábito beber às sextas-feiras ao sair do trabalho e somente voltar pela madrugada. Porém, se fosse somente isso, John saberia como lidar. Mas, certo dia, sua mãe, Magda, havia estourado o limite e explodido em desabafos para seu marido assim que esse acordou do porre. Franz, contudo, não era acostumado a ser tratado daquela forma. Com um tapa forte e preciso no rosto da esposa, encerrou a discussão.
Naquele momento, as coisas começariam a ir de mal a pior para o jovem garoto. Seu pai, além de voltar bêbado à noite, ocasionalmente quebrava móveis. Quando a situação estava mais grave, machucava a esposa com empurrões, cotoveladas e tapas. John, contudo, nada podia fazer. Era magro e fraco, ainda mais se comparado com seu pai. O que fazia, no final da cena de terror, era ajudar sua mãe a juntar as coisas que haviam sido quebradas, e colocar gelo em seus ferimentos.
Dois anos se passaram e os ataques de Franz à esposa diminuíam. John, agora com seus 14 anos, havia crescido e se tornado totalmente diferente de antes. Era mais forte que o normal para sua idade e havia ganhado peso, contudo nunca precisara usar disso para a defesa. Certa noite, contudo, em seu quarto, ouviu sons que o levaram para o passado. Os urros de seu pai misturados com o quebrar de cadeiras e sua mãe choramingando. Correu para o corredor e viu uma cena horrível. Sua mãe no chão, desacordada, e seu pai com a mão direita fechada gotejando sangue.
 
- MALDITO. – Gritou, depois correu.
 
Pulou na cintura de seu pai com os braços estendidos, conseguindo derrubar o homem corpulento. Pôde dar um soco antes que, no próximo, a testa do pai viesse ao encontro de seu nariz. Seu rosto ficou quente e explodiu em dor. Sentia o calor do sangue escorrendo e manchando sua boca. Sentiu seu pescoço ser agarrado por uma grande e forte mão, antes de suas costas baterem na parede da sala e desmaiar.
Acordou em sua cama. O nariz inchado, mas com a “tala” básica para que se reconstruísse. Tentou se virar, para se olhar no espelho colado na parede esquerda do quarto, mas a gigantesca dor nas costas o proibiu. Seu gemido imediato chamou a atenção de sua mãe, que veio logo dar os cuidados ao menino. Seu pai, em choque, mais tarde passou pelo quarto e jurou que nunca mais a cena se repetiria. John não sabia, mas o juramento seria quebrado alguns meses depois.
Aos seus 15 anos, sua mãe aparece à porta com um garoto de 12 anos. O pequeno não falava muito, mas de pronto se apresentou como Josh e foi ao quarto descarregar sua pouca bagagem. John ajudou o garoto enquanto dois rapazes ajudavam a transportar uma cama de solteiro, pequena para o quarto do primogênito. Minutos depois os dois garotos sentaram à cama, de frente um para o outro.
- Como é aqui? – Perguntou o recém-chegado.
- É ótimo. A mãe sempre se preocupa comigo e com o que eu preciso. Ela é a melhor. Não se preocupe, nada vai acontecer de ruim. – Respondeu John, sem saber que era uma mentira.
 
Naquela mesma noite, Franz chegou bêbado. Xingava Magda por ter trazido um indigente para seu teto, e que não havia consentido naquela adoção. Que só não voltaria atrás por não querer se envolver mais naquela podridão. John chegou no local bem ao tempo de ver o braço erguido do pai, em direção à mãe. Conseguiu correr e segurar o braço à tempo. Socou a barriga do pai e o chutou para frente.
 
- Vão para o quarto. – Disse para a mãe que chorava e Josh, que atônito, fitava a cena.
 
Seu pai, contudo, não falou depois daquilo. Simplesmente caminhou em direção ao filho e deu a mais brutal surra que conseguia no momento. Se não fosse por estar entorpecido pelo álcool, teria matado o garoto ali mesmo. Chutes quebraram seis costelas do garoto. Socos deslocaram seu maxilar e quebraram sua clavícula. John acordou dois dias depois num hospital. Seu irmão, do seu lado, dormia numa cadeira. A semana se estendeu e os ataques não haviam parado. Franz havia somente esperado John se recuperar para, aos finais de semana, vir e agredir o garoto.
John resistia cada dia mais e sua mãe não era mais atacada, o que para ele era ótimo. Havia deixado a escola de lado e havia conseguido contato com algumas pessoas ruins. As surras aconteciam ocasionalmente, algumas vezes por mês, e por dois anos, começou a se envolver cada dia mais na vida do crime. Aos seus 17, já havia matado, roubado e torturado por dinheiro. Seus pais e irmão de nada sabiam e todo dinheiro arrecadado estava sendo guardado. Queria fugir com seu irmão, queria dar uma vida decente para o garoto.
Não mais apanhava de seu pai. Havia aprendido a se defender e agora conseguia sair com poucos ferimentos. Entretanto, ao chegar no seu quarto, se viu aterrorizado. Seu irmão havia aberto seu pequeno esconderijo na gaveta da mesa de cabeceira e segurava, nas mãos, mil dólares em um grande maço e uma pistola. John correu e de imediato tirou as coisas do irmão e guardou novamente.
 
- Josh, você não pode contar pra ninguém que eu tenho isso aqui. Eu prometo que eu faço pelo nosso bem. – Pediu.
- Eu sei, faz tempo que eu te vejo voltando de noite e saindo de madrugada. Volta machucado, mas consegue esconder do pai e da mãe. Eu não vou contar nada, mas eu só quero que me ensine a me defender.
- Eu odeio ter que dizer isso, mas eu ensino sim. Eu não vou estar todo o tempo aqui e nunca se sabe quando o Franz pode querer surtar contigo também. Me encontre no antigo armazém dos Weber amanhã após a aula.
 
Dois anos se passaram assim. John criando seu nome, contatos e habilidades. Também havia tempo para que este treinasse e ajudasse seu irmão. Haviam comprado, em segredo, uma pequena cabana longe de casa, onde guardavam suas coisas e se reuniam para treinar. Certo dia, John voltava de mais um de seus serviços quando encontra seu irmão, agora com 16 anos, na pequena cabana com uma mala de roupas.
 
- Eu vou embora. Creio que já te segurei demais e já aprendi o que podia aprender. – Disse Josh.
- Não tem maneira alguma de eu te convencer de ficar, né? – Perguntou.
- Sabe que não. Obrigado irmão. – E se dirigiu para a porta.
- Espere. – Pediu John.
 
De sua cintura, tirou sua pistola. De seu bolso, o recém-recebido pagamento pelo serviço. Entregou para o irmão e, em silêncio, se abraçaram. Naquele dia, os irmãos haviam se separado. John, entretanto, ficou na cidade por mais um ano. Trabalhou até ouvir rumores de um serial em Londres. Londres era movimentada e, se quisesse fazer dinheiro e conseguir uma pequena fortuna para se manter vivo, precisava de um lugar maior. Então, com 20 anos, partiu sem avisar ninguém.
Ficou durante mais cinco anos, após partir, sem notícias do irmão. Fizera um grande nome em Londres e era um poderoso mercenário. Não havia serviço que não pudesse cumprir. Contudo, não só trabalhou nesse período, fez por seu templo livre rastrear o tal serial que destruía policiais e nunca era encontrado. Com 25 anos, após ter uma pequena rede de mercenários à sua disposição, descobriu que o famigerado serial killer estaria numa praça de Londres. Não entendia como seus mercenários haviam conseguido informação tão precisa mas aceitaria. Confiava em seus homens.
Ao chegar ao local, gelou. Um pequeno corte na parte de trás da cabeça, os cabelos castanhos e o modo de caminhar foram suficientes para John descobrir quem era o serial. Caminhou em sua direção e do sobretudo tirou um cigarro. Enquanto andava, acendeu e tragou o pequeno vício que adquirira e tentava largar aos poucos. A caminhada parecia uma eternidade. Sentou no mesmo banco, ao lado do homem e sorriu com o cigarro nos lábios.
 
- E eu pensando que esse serial killer iria ser alguém importante. No final era só o maldito do meu irmão caçula. – Disse, soltando a fumaça da boca.
- E eu não esperava que o maior mercenário de Londres, que eu planejava encontrar para debater alguns serviços fosse o saco de pancada mais famoso da minha província. – Disse, olhando para o irmão e sorrindo.
- Boa tarde, irmão.
 
 


 
Voltar ao Topo Ir em baixo
Ver perfil do usuário
Patrick Jane
Detetive Mestre
Detetive Mestre
avatar

Mensagens : 300
Data de inscrição : 01/05/2012

Ficha de Personagem
Level: 999
HP:
999/999  (999/999)
Experiência:
999/999  (999/999)

MensagemAssunto: Re: Apresentação - John Heiselmann   Sab Jul 08, 2017 12:53 am

Não necessita de Aprovação.
Voltar ao Topo Ir em baixo
Ver perfil do usuário
 
Apresentação - John Heiselmann
Ver o tópico anterior Ver o tópico seguinte Voltar ao Topo 
Página 1 de 1
 Tópicos similares
-
» Script de apresentação antes do title
» [Apresentação] Singela Dualidade - Capítulo I
» John McGregor
» Apresentação de Break
» Grupo 1 - Apresentação da Caça ao tesouro

Permissão deste fórum:Você não pode responder aos tópicos neste fórum
Detetive RPG BR :: Geral :: Registros gerais :: Registro de ficha :: Apresentação de Personagem-
Ir para: