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 Sinopse Detetive Rpg Br

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AutorMensagem
Josh M. Heiselmann
Serial Killer
Serial Killer
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Data de inscrição : 29/01/2013
Idade : 27
Localização : Londres

Ficha de Personagem
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550/999  (550/999)
Experiência:
999/999  (999/999)

MensagemAssunto: Sinopse Detetive Rpg Br   Seg Jul 03, 2017 3:04 pm

               





Sinopse



Londres / 2018


O inspetor William Gregson ultrapassou a fita de isolamento e viu o corpo. Era uma mulher negra, magra e seria muito bonita se não tivesse seus membros espalhados pelo beco em que a alguns policiais da Scotland Yard se encontravam.

-Já a identificaram? – Perguntou o inspetor a um jovem policial ao seu lado.

-Ainda não, Senhor. Quem faria uma coisa dessas?

-É a terceira mulher que encontramos nesse estado nos últimos dois meses. Isso prova um ponto. – Diz Gregson se aproximando e fitando o olhar na cabeça da vítima

O policial o seguiu e novamente se pôs ao seu lado. Gregson a analisava com calma e milhares de pensamentos passavam em sua mente.

-Que ponto ela provou, Inspetor? – Perguntou o jovem policial segurando para não vomitar na cena.

-Que temos mais um daqueles que assolam Londres. Aqueles que nascem com o diabo o corpo e podem ser qualquer um. – Diz Gregson acendendo um cigarro e virando-se para sair dali.

Quando ele alcança a fita de isolamento, vira-se e diz em voz alta

-Temos porra de um novo Serial Killer nessa maldita cidade.



A missão deveria ser fácil mas Pietro já começara a desconfiar que demandaria mais tempo do que ele poderia imaginar. A pistola em sua cintura fazia toda a sua costa ficar mais fria enquanto ele caminhava pelo corredor da Mansão Horowitz e tentava ficar em silêncio o máximo possível. Ao passar por uma janela ele pode contemplar por alguns segundos a bela visão que a luz da lua cheia proporcionava. O big Ben se destacava ao longe como um gigante adormecido em pé. O rio tâmisa refletia o brilho da lua e pareciam que mil diamantes estavam perdidos em seu fundo... Diamantes.


Pietro sorriu ap lembrar de sua missão ali. A vida de um criminoso não era fácil mas tinha suas vantagens. Se ele conseguisse sair dali com o que fora roubar, seria um homem rico. muitas se soubessem sua profissão o achariam asqueroso ou sem principios, porém Pietro seria Obrigado a discordar. Ele era um criminoso pois era o que sabia fazer de melhor e ganhava bem por isso, jamais roubara de alguém que tinha menos do que ele ou que via que estava passando necessidade, porém a alta classe de Londres não sofria sua compaixão.


O criminoso avistou a porta do escritório e sacou seu kit para começar a arrombar o cofre que estava ali dentro. Precisava ser mais rápido e ainda mais silencioso. E se alguém acordasse? e se o flagrassem?


Era fugir a solução. E se não conseguisse? Nesse caso restava matar ou morrer. Nem todos sobrevivem a selva que era Londres.

O cheiro pungente de sangue encheu o ar quando Josh M. Heiselmann retirou a faca do peito do homem que jazia no chão a sua frente. O Serial Killer andou ao redor do corpo como uma espécie de ritual e então diz em voz baixa:
-Michael Hall. Detetive a oito anos na Scotland Yard. Obrigado por aliviar meu vício por essa noite. saiba que não foi fácil fazer você jogar o meu jogo.
Josh observa as paredes ao seu redor. Nunca o iriam importunar em um porão de uma fábrica abandonada. Ele teria todo o tempo que necessitava para preparar e se livrar do corpo. Ele tinha sua preferência e matava especialmente agentes da lei, afinal foi um deles que causou a maior desgraça da sua vida.
O sangue escorre pelo plástico que está embaixo de si e Josh observa as dezenas de facadas que ele desferira no homem em uma espécie de extase sem fim. Ele já havia matado pessoas que não eram agentes da lei e nenhuma delas ocasionou o prazer que era quando seguia seu modus operandus.
Ele era um monstro? Seria o que a sociedade pensaria se o prendessem. Ele não sabia o que havia feito ele daquela maneira, mas o que quer que fosse havia deixado um vazio dentro dele.
-Até mesmo eu que me considero um monstro desde que consigo me lembrar, ainda é um choque quando sou confrontando com o quão profundo pode ser o mal nesse mundo. Existem pessoas piores que eu matando milhares todos os dias com suas bombas... - Diz ele como se o corpo o ouvisse.
Essa era Londres. Você não podia confiar em ninguém pois mais cedo ou mais tarde essa pessoa podia rasgar sua garganta com uma faca.

Victoria Mars correu pela trilha do Park e a cada pisada sua respiração ofegava mais um pouco. Centenas de lembranças diferentes lhe viam a mente e ela corria para tentar se lembrar delas. Os tiros, os gritos, o sangue escorrendo pelas trincheiras e seus companheiros de regimentos caídos pelo chão com os olhos mortos, eram imaens que lhe assombravam todas as noites. Ela desacelerou e se encostou em uma árvore e olhou para a própria mão que tremia levemente. A terapeuta dissera que ela tinha estresse pós-traumático e que isso era comum em soldados que passavam pelo campo de batalha.

Flashbacks atacavam sua mente em alguns momentos e a única maneira que ela achou para se manter ocupada e sã, era oferecendo seus serviços ao Serviço Secreto e realizando missões em favor da sua pátria. Alguns iriam preferir ir para um campo e viver ali o resto de seus dias. Longe do barulho da grande cidade que era Londres mas para Vitória era diferente... O silêncio a incomodava. Ela havia se acostumado ao som de balas e bombas caindo o tempo todo e Londres era barulhenta o suficiente para que ela não enlouquecesse a noite com o silêncio.

A mulher se levantou e respirou fundo. Sentiu o ar preencher seus pulmões e voltou a correr pela trilha. Londres era a cidade perfeita para ela. A cidade que oferecia o perigo que ela aprendera a gostar e a desafiar. As missões que fazia em nome d Serviço secreto.

Ela não temia a guerra. Vitória sentia falta dela.

Bryan Morrisnon sentou-se a mesa do bar e olhou o homem a sua frente analisando-o. Era um homem baixo,careca, estava por volta dos seus cinquenta anos e usava óculos redondos ridículos.
-Trouxe o combinado? - Perguntou o homem.
Bryan tirou um embrulho feito de u lenço do bolso e pôs sobre a mesa na frente do homem que o pgou e abriu devagar. O mercenário olhou para o lado pois sabia o que estava ali dentro já que fora ele mesmo que colocara. Era os dois dedos polegares da mão de um mafioso russo a quem o seu cliente queria morto. Bryan realizara o desejo e lá estava a prova do serviço feito.
-Muito bem. Sabia que conseguiria. Aqui está o que prometi - Disse o velho tirando um pacote do bolso do paletó e jogando sobre a mesa.
Bryan o encarou até que o velho decidiu sair dali. O mercenário pegou o pacte e guardou sem nem ao menos conferir. O velho sabia que se tentasse o enganar, ele iria atrás dele. Pediu uma cerveja e enquanto esperava ficou pensando. Há quanto tempo vendia seus serviços para qualquer um que pagasse mais? Há mais de cinco anos? Seis? Ele já não se lembrava, mas gostava daquilo. Ás veze ajudava a lei e as vezes se tornava o vilão. Era uma espécie de anti-herói e trabalhava em algumas das vezes apenas para quem achasse correto  cujo o objetivo fosse digno de sua atenção.
A cerveja chegou a sua mesa e ele agradeceu com um aceno de cabeça. Assim era a vida de Londres. Assim era vida das pessoas ali. Você fazia suas escolhas. Você fazia seu destino.


Citação :
Bem-vindo(a) ao Detetive Rpg Br.
Você agora está em uma das maiores cidades do mundo e ao decidir em que grupo irá ficar, sua jornada será iniciada.
Ficar com os Detetives e proteger a lei e a ordem, investigando os mais diversos crimes que aqui ocorrem? Ou se juntar aos Soldados da Rainha que saem em missões em nome do Serviço Secreto e do império? Ter uma parte sombria e ser um Serial Killer procurado? Decidir fazer sua própria justiça e definir o que e certo ou errado ao se juntar aos Mercenários?
Uma escolha que irá começar a definir o seu futuro no jogo. Escolha sabiamente.
Treine. Sobreviva. Evolua.

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Assim como um leão não teme um chacal, em nenhum momento pense que tenho medo de você.


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